Ferrovia mineira inspirou o ‘Aerotrem’ de Levy Fidelix


Natural de Mutum, cidade localizada na região do Vale do Rio Doce, o presidenciável revelou que trens que passavam pela região o despertaram para a questão da mobilidade

Levi FidelisFigura conhecida do eleitorado brasileiro, o presidenciável Levy Fidelix, do PRTB, já participou de 13 eleições – variando entre os cargos de deputado federal, vereador, governador e presidente. Apesar de não ter sido eleito em nenhuma das oportunidades, o publicitário persiste e costuma defender bandeiras polêmicas de uma forma incomum. A principal proposta é na área de Mobilidade Urbana, onde defende a construção do ‘Aerotrem’, item que já virou material de piada e gerou alguns ‘memes’ pela internet.

De acordo com o programa de governo de Levy Fidelix, o Aerotrem é apontado como a “solução para desafogar o trânsito nas principais capitais brasileiras”. O veículo, semelhante a um metrô de superfície, seria movido por condutores magnéticos e ligaria todas as partes do país. A proposta é apresentada pelo publicitário desde a eleição de 1996, quando concorreu para a Prefeitura de São Paulo.

O que pouca gente sabe é que Levy, mineiro de Mutum, localizada na região do Vale do Rio Doce, teve como fonte de inspiração para a criação de seu mais famoso projeto algumas experiências de quando ainda morava no interior do Estado. Em conversa com o blog Olho Neles, o presidenciável afirmou que os trens federais da região onde morava foram essenciais para sua ‘atual preocupação com a mobilidade’.

“Apesar de ter saído jovem de Minas e ido para o Rio de Janeiro fazer faculdade, tive as ferrovias federais que passavam pela região de Mutum e Aimóres como inspiração para o meu engajamento e preocupação com a mobilidade urbana” diz o candidato.

Atualmente, uma das ferrovias que serviram de inspiração para o publicitário está desativada, mas ainda há um trem de passageiros que passa pelo município de Aimóres, cidade limítrofe de Mutum.

Levy Fidelix possui, de acordo com a última pesquisa IBOPE (de 12/09), menos de 1% das intenções de voto, fato que não o desistimula. “Não acredito em pesquisas, não acredito nas urnas eletrônicas. O que vale é a vontade o povo, e isso eu sei que posso contar”, diz, confiante. Em 2010, o mutuense recebeu menos de 58 mil votos.

Jornal O Tempo

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