Há um ano a Trensurb mudava a rotina de Novo Hamburgo


trensurbUm ano está se completando desde que a Trensurb conectou as três últimas estações de Novo Hamburgo aos seus trilhos, trazendo benefícios para os moradores do município e usuários que viajam para a cidade. Desde 30 de janeiro de 2014, as estações Industrial, Fenac e Novo Hamburgo abrem em horário integral, trazendo mais agilidade, conforto e segurança às vidas dos passageiros.

Nos primeiros dias, ainda em dezembro de 2013 – abriram suas portas ao público no dia 2 –, as estações funcionaram em dias úteis, das 12h às 16h. No dia 21 de dezembro, o horário foi ampliado, das 10h às 16h, abrindo também aos fins de semana. Nesse período inicial, durante a chamada pré-operação, o acesso ao sistema era gratuito, porém, após o dia 8 de maio de 2014, as três estações passaram a ter operação comercial e as passagens começaram a ser cobradas.

Durante o primeiro ano de funcionamento, 4.107.681 de pessoas pegaram o trem nas três últimas estações inauguradas, número que equivale a 52 Maracanãs lotados. A estação mais movimentada foi Novo Hamburgo, com uma média de 8.586 usuários por dia útil em 2014. Em seguida, a estação Fenac recebeu aproximadamente 1.907 passageiros diariamente. Já a Estação Industrial teve média de 1.902 acessos ao metrô em dias úteis.

Vidas que mudaram

Indo além do número de passageiros que utilizam as novas estações, as reais melhoras são vistas quando se conversa com quem usa diariamente o serviço metroviário e teve sua vida facilitada para fazer visitas ou voltar com mais conforto do trabalho.

Observando os trens partindo e chegando à plataforma da Estação Novo Hamburgo, Tamires Alves segura sua filha menor pelo braço. A moça de 26 anos, que está grávida da segunda criança, espera seu marido voltar do trabalho. Segundo Tamires, o trem facilitou muito a vida dela, porque trouxe mais conforto e agilidade a seus passeios até a casa dos pais – eles vivem em Novo Hamburgo e ela em Porto Alegre.

Além disso, a Trensurb tem um papel muito importante na vida da moça. Há um ano, o pai de Tamires descobriu ter câncer e o tratamento é feito em Porto Alegre. “Todos os dias em que ele precisou ir para Porto Alegre tratar o câncer ele foi de trem. A gente até oferecia carona, mas ele sempre preferiu o trem, até porque é mais confortável e mais barato do que ir de carro”, comenta.

“É bom porque a gente pode descansar depois do trabalho”, comenta Cleusa Menezes, de 53 anos. A passageira senta no banco do trem e lembra como era cansativa a viagem de volta para casa. Cleusa trabalha em Novo Hamburgo e mora em São Leopoldo. Antes da chegada da Trensurb ao município, ela precisava pegar um ônibus para ir trabalhar e outro para voltar para sua casa. “Era muito cansativo. Diversas vezes eu precisava ir em pé no ônibus”, relata.

Fonte: Trensurb/ABIFER

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