Curitiba tem projetos que não saem do papel


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No começo deste ano, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) autorizou o início dos serviços do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), para solução dos conflitos ferroviários na Região Metropolitana de Curitiba. Entenda-se, a retomada do projeto do contorno ferroviário.

Este é um exemplo clássico de projetos que começam, causam furor, mas não seguem. Outro exemplo é o destino do estádio do Pinheirão que, da mesma forma, ainda não se sabe que fim terá.

No caso co contorno ferroviário, o sonho de retirar a linha férrea que cruza Curitiba e outros municípios é antiga, com origem ainda nos anos de 1990. Em 2003, voltou com força com movimento da sociedade civil e também de políticos. Em determinado momento, teve até a promessa de ter recursos, mas não vingou por problemas com a licença ambiental — o projeto do contorno percorreria trechos de áreas protegidas.

“A ordem de início dos serviços foi dada em 2 de janeiro de 2015, com prazo de execução de 270 dias, prorrogáveis. Após a conclusão do estudo, demonstrada a viabilidade da solução encontrada, poderá ser licitada a execução de projeto básico ou executivo. A execução da obra dependerá de previsão orçamentária futura, pois pretende-se incluir o empreendimento no Plano Plurianual 2016-2019”, diz nota explicativa do Dnit. Ou seja, nada de concreto ainda.

Outros — Existem outros projetos mesma situação. Só para lembrar de uns. Em meados dos anos 2000, foi licitado o Sistema Integrado de Aproveitamento de Resíduos Sólidos (Sipar), o Consórcio do Lixo. Ações judiciais jamais deixaram que ela se desenvolvesse, até que o processo foi revogado em 2013.

Em evento sobre o Dia Mundial da Água, em março, a vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti, falou sobre o projeto que está sendo desenvolvido pelo governo estadual para revitalizar o Rio Iguaçu. Esse projeto também tem mais de uma década de sonho.

Mais um projeto que virou novela é o do metrô de Curitiba. Por duas vezes a obra já teve recursos liberados pela União, mas o projeto sempre teve empecilhos técnicos, e não saiu do papel, ainda.

Bem Paraná

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