Aos 117 anos, Belo Horizonte ainda enfrenta problemas de mobilidade


Ruas da capital ganham meios de transporte, como o BRT Move e ciclovias, mas belo-horizontinos convivem com velhos problemas, entre eles congestionamentos

Comemoracao / Aniversario de BH. Avancos e desafios da mobilidade na cidade

Por Valquiria Lopes

Belo Horizonte encontrou caminhos para se mover em 2014 e deu sua maior cartada dos últimos tempos na tentativa de melhorar a vida de quem todo dia enfrenta congestionamentos, filas duplas, excesso de veículos e transporte coletivo de má qualidade. Ao longo do ano, a capital viu suas ruas e avenidas mudarem de sentido, passarem por obras e abrirem espaço para modais até então inexistentes ou ainda sem expressividade no cenário urbano. O BRT foi o carro-chefe de 2014 e veio seguido de uma outra promessa: a bicicleta. Inaugurado em maio, o sistema Move – de ônibus articulados em pistas exclusivas – alcançou, entre avanços e atropelos, a malha de 23 quilômetros no Hipercentro e em dois corredores com destino à Região Norte.

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Paris vai banir carros do centro da cidade


Por Renato Lobo | Via Trolebus

Paris #noticiaferroviaria

Alguns especialistas em mobilidade afirmam que o carro é a praga do século XXI, e muitas cidades vem encontrando alternativas aos deslocamentos de seus moradores, seja a bicicleta, o transporte público ou o trabalho próximo a residência ou no próprio lar, chamados de home office.

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Venda de bicicletas supera de carros na Espanha


By Luísa Zottis | The City Fix Brasil

Venda de bicicletaA magrela está virando a queridinha dos espanhóis. Pelo segundo ano consecutivo na Espanha, as bicicletas estão ultrapassando os carros em unidades vendidas: foram um milhão contra 722.703. Além da popularidade, o meio de transporte está se mostrando um negócio bilionário: nada menos que 1 bilhão de euros foi movimentado por esse mercado.

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Transporte Individual: Contra-Mão, Beco sem Saída, Fim da Linha!


Por Alexandre Costa | Blog: O que você faria se soubesse

Publicada em 03/01/2013

Engarrafamento Há números que correm em paralelo aos recordes do clima e que com estes se entrelaçam. Vão da demanda e do uso de energia, ao consumo de agrotóxicos e fertilizantes; da extinção de espécies e perda de biodiversidade aos acidentes de trânsito; da área perdida de florestas à quantidade de rios represados; enfim, à concentração de CO2 atmosférico e demais gases de efeito estufa. Se forem feitos gráficos dessas variáveis em função do tempo, a marca comum a todas elas é o crescimento acelerado, ou, como é ensinado nos bancos escolares, um crescimento em progressão geométrica ou exponencial.

Matéria relacionada: O Trem como solução para o Estado de São Paulo

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Metrô libera embarque de passageiros com bicicleta em dias úteis no Rio


Novidade começa na segunda-feira (29), a pedido do Governo.
A liberação valerá apenas após 21h e no último vagão de cada trem.

Bicicletário #noticiaferroviaria

O Metrô do Rio, que já permite o embarque de passageiros com bicicletas em finais de semana, vai liberar a entrada do veículo alternativo também nos dias úteis a partir de segunda-feira (29). A novidade, porém, só será permitida a partir das 21h e no último vagão de cada trem.

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Na capital da Holanda, apenas 20% da população anda de carro


Relacionar a Holanda a mobilidade é inevitável lembrar da bicicleta como meio de deslocamento. Aproveitando o gancho das semifinais da copa do mundo, o Via Trolebus decidiu explorar os países que disputam as partidas.

Por Renato Lobo | Via Trolebus

A começar da bike, calcula-se que cada habitante do país tenha pelo menos uma bicicleta, o equivalente a cerca de 16.5 milhões (número de habitantes) de magrelas circulando pelas ruas. Ao todo são incríveis 32 mil quilômetros de ciclovias equipadas com sinais de trânsito e indicações de como ir de uma cidade a outra pedalando. Em Amsterdã, segundo a prefeitura da cidade, 40% da população vai trabalhar diariamente de bicicleta, enquanto apenas 20% se dirige até o local de trabalho de carro. Na Holanda, as bicicletas também são peças importante para o turismo. Cerca de 100 rotas atravessam os lugares mais interessantes do país.

Holanda - Sinfer

Bilhetagem

Assim em como muitas localidades o país possuí um bilhete único universal. Se desejar usar o sistema de transporte público na Holanda, você precisará de um cartão OV para pagar pela viagem. Eles estão disponíveis nas estações de trem, terminais de ônibus e nos grandes supermercados. Basta carregar o cartão com créditos e ele estará imediatamente pronto para uso.

VLT ou Trams

Em Amsterdã, os deslocamentos na área mais central e turística são feitos em bondes elétricos, os simpáticos trams. O VLT de Roterdam, a segunda maior e mais importante cidade dos Países Baixos, conta com 9 linhas integradas, possibilitando grande mobilidade e integração com os demais modais de transporte.

Holanda - Sinfer

Sistema trólebus modernizado

A cidade de Arnheim (com 150 mil habitantes) reformou recentemente o serviço de trólebus. Recentemente comprou 11 unidades de novas articuladas produzidos pela montadora suíça Hess em parceria com a empresa Vossloh Kiepe. Outros 20 trólebus serão adquiridos entre 2016 e 2017.

Holanda  - Sinfer

Metrô

A rede metroviária da capital do país não é muito grande. Foi inaugurado em 1977 e possuí 42.5 km de extensão com 54 estações e 4 linhas. Transporta em média 233.000 passageiros/dia e suas composições podem chegar até 70 km/h

Holanda - Sinfer

Holanda - Sinfer

Holanda - Sinfer

Trens

Como de praxe, o país possuí um excelente serviço de trem. Com uma extensa e moderna malha ferroviária, a Holanda possuí composições interurbanas com serviços expressos e paradouros. É possível comprar as passagens nas bilheterias da NS (Netherlands Railways) ou, ainda mais fácil, nas bilheterias automáticas nas estações.

Já os trens de alta velocidade Intercity Direct e NS Hispeed levam os passageiros de Rotterdam ao Aeroporto Schiphol ou ao centro de Amsterdam em apenas 45 minutos. Esses trens rápidos saem a cada hora nos dias úteis.

Claro que não poderia faltar os serviços de trem internacional. É muito fácil também chegar à Alemanha, Bélgica e França com o InterCity (IC) e os trens de alta velocidade. Os trens de alta velocidade Thalys operam na linha HSL-Zuid, de Amsterdã a Rotterdã, desde 2009. Também funcionam até Bruxelas e Paris. O InterCity trens NS na Holanda e os trens de alta velocidade InterCityExpress (ICE) também vão à Alemanha (Colônia, Düsseldorf, Frankfurt e Berlim).

Holanda - Sinfer

Autor: Paulistano, Técnico em Transportes, Social Mídia, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.

Bicicletas elétricas mudam o cenário do transporte urbano. Entenda!


Bicicleta ElétricaEm meio ao caos do trânsito, em grandes metrópoles ou cidades do interior, a bicicleta se apresenta, cada vez mais, como transporte alternativo. O modal luta, agora, por espaço como ferramenta de trabalho.

A preocupação especialmente com o meio ambiente incentiva o crescimento do mercado de entregas sustentáveis. Segundo o instituto americano de pesquisa ambiental, Pike Research, existem atualmente 17 milhões de bicicletas e motos elétricas no mundo. O mesmo estudo prevê que até 2017 esse número deve aumentar para 138 milhões.

A maioria das bicicletas elétricas vendidas no país são comercializadas por importadoras. Os modelos têm passado por transformações tecnológicas que, a cada dia, agregam mais valor a esses equipamentos, como os modelos super leves, ou os modelos dobráveis, para serem usados em combinação com outros modais de transporte.

A cada recarga, que é feita com uma tomada convencional e que dura, em média, duas horas e meia, a bicicleta pode desenvolver uma velocidade de até 25 km por hora, com autonomia de 60km. E engana-se quem acha que a bicicleta elétrica fará de seu dono um sedentário. Diferente das motos elétricas, que funcionam como uma moto tradicional, ou seja, o condutor é guiado desde o início da viagem pela propulsão do motor, a bicicleta elétrica, que não possui sistema de tração, necessita que o usuário pedale alguns metros para que o sistema seja acionado.

Toda essa inovação das bikes elétricas estará presente na 10ª edição do Salão Latino Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, que será realizado em São Paulo, entre os dias 4 e 6 de setembro. O evento tem o objetivo de ser o principal ambiente de negócios na América Latina para o fomento da inovação no campo dos veículos elétricos e trará, nos três dias, as principais novidades do setor, como carros, ônibus, motos, bicicletas, patinetes, cadeiras de rodas, empresas de tecnologia, equipamentos e peças.

Ricardo Guggisberg, diretor do Salão, afirma que o evento vem popularizar os benefícios dos veículos elétricos e acabar com os mitos sobre eles. “No caso das bicicletas elétricas, é importante mostrarmos a tecnologia agregada a esse tipo de veículo que, além do lazer, pode ser importante ferramenta de trabalho, com viés sustentável e econômico”, afirma o executivo. Congresso de Veículos Elétricos – Mantendo a tradição, em paralelo à exposição, será realizado o Congresso de Veículos Elétricos, com um extenso programa de debates sobre os principais temas que permeiam o setor dos veículos elétricos no Brasil e no exterior. O congresso contará com a participação dos principais especialistas deste setor, autoridades, representantes de montadoras, formadores de opinião, entre outros, com o intuito de promover a troca de informações qualificadas e networking.

Para mais informações sobre o evento, credenciamento para o Salão e o congresso, acesse http://www.velatinoamericano.com.br/.

Fonte: 360 Graus