Ferroeste apresenta investimento histórico


Ferroeste

Em quatro anos de Governo, a Ferroeste investiu bem mais que nos oito anos anteriores de operação direta da malha. Os recursos investidos na ferrovia cresceram 427%, beneficiando produtores e cooperativas, importadores e exportadores do Oeste do Paraná.

De 2011 a 2014 foram alocados R$$ 4,9 milhões na ferrovia, destinados a melhoria do transporte ferroviário no Estado. Parte significativa desse investimento foi utilizada para a aquisição de duas locomotivas MX 620

FerroesteFonte: rc@ferroeste.pr.gov.br/Paranashop

Cascavel está entre terminais ferroviários com maior número de operadoras, diz estudo


FerroesteO terminal da Ferroeste, em Cascavel, no Oeste do Paraná, é um dos três terminais ferroviários no país com maior número de operadoras de cargas atuando em suas instalações. Estudo de Mercado, feito pela Revista Ferroviária, computou que existem 425 terminais ferroviários no Brasil, sendo que destes, 24 estão em operação no Paraná, dos quais dois pertencem a Ferroeste, o de Cascavel e o de Guarapuava.

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Ferroeste lança novo edital para uso de áreas no terminal de Cascavel


CascavelA Ferroeste, empresa do Governo do Paraná, abriu nova concorrência pública para empresas interessadas em construir instalações de transbordo e armazenagem de cargas no terminal da Cascavel, no Oeste do Estado. O edital da concorrência pública (02/2014) está disponível no site www.ferroeste.pr.gov.br .

“A permissão onerosa de uso das áreas permite que as empresas construam seus próprios terminais, com as instalações necessárias ao transbordo rodoferroviário, armazenagem provisória e movimentação de cargas gerais e de combustíveis”, informa o presidente da empresa, João Vicente Bresolin Araujo.

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Nova locomotiva já circula com as cores da Ferroeste


Ferroeste

O volume transportado pela Ferroeste de janeiro a julho deste ano deu um salto de 32% em relação o mesmo período de 2013. Parte deste resultado é atribuído pela setor de produção da empresa à aquisição de duas novas locomotivas MX-620, de 2.000 HPs de potência.

Uma das novas máquinas, a 2702, foi pintada nas oficinas da empresa, em Guarapuava, e já está circulando pela via férrea com as cores oficiais da Ferroeste. Tão logo chegaram ao Paraná, vindas de Minas Gerais, em março e abril passado, as máquinas entraram em operação. Foi a primeira vez, desde sua criação, que a companhia paranaense investiu em máquinas próprias e o impacto positivo sobre a produção já foi sentido.

Junto com as novas locomotivas, outras ações também colaboraram para que a produção subisse de 390.508,12 toneladas úteis, de janeiro a julho de 2013, para 515.182,58 toneladas úteis nos sete primeiros meses de 2014. Os maiores volumes foram de soja, contêineres e cimento.

Contribuíram para a melhoria da eficiência da ferrovia a implantação de novos fluxos ferroviários, a redução do ciclo de vagões, e a prospecção de operações comerciais mais rentáveis, juntamente com a otimização de todos os processos ferroviários envolvidos.

Fonte: rc@ferroeste.pr.gov.br

Concessões injetam apenas 2,5% do previsto para 5 anos


trem_brado_logisticaO governo conta com o interesse de investidores estrangeiros, como chineses, russos e espanhóis, para fazer a linha. Mas só colocará o projeto no mercado se tiver certeza de sucesso.

Dois anos depois de anunciado pela presidente Dilma Rousseff, o Programa de Investimento em Logística (PIL) está absolutamente distante da realidade que prometia entregar. Quando o pacote de concessões foi lançado em 2012, o governo previu a injeção de R$ 79,5 bilhões na economia no prazo de cinco anos, a partir de uma primeira rodada de concessões de estradas e ferrovias.

Levantamento feito pelo Estado com todas as concessionárias vencedoras dos leilões incluídos no PIL aponta que, neste ano, o impulso econômico gerado pelas concessões será de pouco mais de R$ 2 bilhões, o que significa apenas 2,5% do previsto para os cinco anos.

O avanço tímido fica mais evidente se confrontado com o investimento total previsto para o setor de transportes neste ano, englobando desembolsos de estatais como a Valec e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), além do setor privado.

Dados oficiais do governo compilados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontam para R$ 33 bilhões. Nessa conta, as concessões terão um efeito marginal, de apenas 6% em 2014.

A frustração econômica não se deve a descumprimentos de compromissos financeiros pelas empresas. Esse resultado, na realidade, está associado a dois fatores: em primeiro lugar, o atraso de um ano no início do programa, que teve de passar por mudanças constantes, desde a revisão das taxas de retorno até as condições de financiamento, e o prazo das concessões. Além disso, faltou habilidade para destravar as concessões dos portos e, principalmente, das ferrovias, a maior fatia do investimento do PIL.

O resultado prático é que, exceto pela concessão de seis lotes rodoviários e dois aeroportos, Confins (MG) e Galeão (RJ), o PIL está praticamente parado. A desconfiança do setor privado deixou encalhada a concessão de 11 mil km de ferrovias, com investimentos previstos de R$ 56 bilhões em cinco anos. Os leilões de portos, que deveriam “desfavelizar” os terminais e movimentar R$ 54 bilhões, esbarraram numa discussão rocambolesca no Tribunal de Contas da União (TCU).

A evolução ficou por conta das rodovias, onde as concessionárias procuram acelerar a execução das obras, mas esse esforço não será suficiente para movimentar a economia neste ano. O mesmo vale para os aeroportos de Galeão e Confins, que só nesta segunda-feira serão entregues aos novos operadores.

Impasse. Nos portos, o processo de arrendamento de áreas públicas chegou há mais de um ano ao TCU e, até agora, não saiu. “Não venham cobrar do governo”, disse o ministro dos Portos, César Borges.

A prometida ligação ferroviária entre Lucas do Rio Verde (MT) e Campinorte (GO) é mais um exemplo das dificuldades encontradas pelo governo, que enfrenta uma espécie de rebelião do setor privado nacional em relação aos 901 quilômetros desta que é a única malha pronta para ir a leilão.

O edital já foi concluído e aprovado pelo TCU. Mas as empresas brasileiras já avisaram que não vão participar. Elas estimam que a ferrovia custaria R$ 7 bilhões, mas os cálculos da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apontam para R$ 6,3 bilhões. O TCU, porém, refez as contas e fixou a estimativa em R$ 5,3 bilhões.

O governo conta com o interesse de investidores estrangeiros, como chineses, russos e espanhóis, para fazer a linha. Mas só colocará o projeto no mercado se tiver certeza de sucesso.

O impasse em torno do empreendimento não indica desinteresse em ferrovias no Brasil. Pelo contrário. No mês passado, o Ministério dos Transportes deu início a um Processo de Manifestação de Interesse (PMI), para estudos de novas malhas no País. Surgiram nada menos que 81 propostas de 19 empresas. Na sexta-feira, foi divulgada a relação de empresas aprovadas para fazer estudos de cinco trechos de ferrovias.

Na lista dos interessados estão empreiteiras como Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Barbosa Mello e C.R. Almeida. Como os estudos serão elaborados nos próximos seis meses, prazo fixado pelo governo, os leilões – numa previsão otimista – ficarão para o 2.º semestre de 2015.

O Estado de S. Paulo/Revista Ferroviária

Parte do combustível consumido no Oeste é transportado pela Ferroeste


Trem de combustívelParte do óleo diesel e da gasolina consumidos no Oeste do Paraná são transportados pelos trilhos da Ferroeste até o seu terminal de Cascavel. Dali, o produto vai para os distribuidores e postos de gasolina. A tarifa do frete ferroviário, neste caso, chega a ser 30% mais econômica que a rodoviária, e contribui para que o combustível não fique mais caro ao bolso do consumidor final.

Tanto o óleo diesel quanto a gasolina produzidos na Repar, refinaria da Petrobras, instalada em Araucária, na região metropolitana de Curitiba, são transportados em vagões-tanque, pela ALL, até Guarapuava, de onde o produto é levado nas locomotivas da Ferroeste a Cascavel.

Fonte: rc@ferroeste.pr.gov.br/Paranashop