Déficit de ferrovias no país sobrecarrega as rodovias


Transporte Rodoviario / Livro Jorge Um Brasileiro, que trata da vida dos caminhoneiros pelas estradasPaulo Henrique Lobato – Enviado Especial | O Estado de Minas

Transporte por estradas de ferro no país cresce, mas está longe do que seria ideal para reduzir o custo-Brasil. Projetos importantes não saem do papel

Bugre e Caratinga – Seu João Gomes, de 74 anos, ganhou a vida como construtor de vagões por duas décadas: “Fui maçariqueiro em Itabira, no Paraguai e até na Bolívia. Tenho experiência para afirmar que o melhor transporte terrestre para grãos é o trem de ferro, que puxa centenas de vagões de uma só vez, retirando um tanto de caminhões das estradas”.

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Transporte apresenta balanço de obras em infraestrutura e logística


Escrito por Redação Portogente

infraestrutura e logísticaO Ministério dos Transportes divulgou na última sexta-feira (26) o balanço de 2014, no qual mostra os principais resultados de investimentos púbicos e privados feitos em rodovias, ferrovias, hidrovias, além do desempenho do Fundo de Marinha Mercante (FMM) e demais ações da Pasta e das instituições vinculadas.

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Auditoria em sistema de transporte diz que SP pode economizar 7,4%


Secretário de Transportes, Jilmar Tatto, apresenta resultado da auditoria

Secretário de Transportes, Jilmar Tatto, apresenta resultado da auditoria

Cálculo levou em conta viagens não feitas, combustível e garagem.
Prefeitura, porém, não pretende fazer essa economia.

Por Olivia Florência | G1 São Paulo

A Prefeitura de São Paulo apresentou, na tarde desta quinta-feira (11), o resultado da auditoria feita pela empresa de consultoria Ernst&Young (EY) no sistema de transporte coletivo da cidade de São Paulo. A verificação mostrou que a Prefeitura tem potencial de economizar 7,4%, calculados a partir de viagens não feitas pelas empresas de ônibus, custos variáveis como combustível e garagem, além de custo de mão de obra.

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Em 20 anos, Brasil terá um carro para cada 2,4 pessoas, prevê Anfavea


Carros-lentidãoMagnetismo das novidades e clima de festa dos salões de automóveis algumas vezes deixam de lado boas discussões em torno do tema do momento, a mobilidade urbana. O salão recém-encerrado em São Paulo não foi exceção. Organizado em paralelo à exposição, o Fórum Presente e Futuro da Indústria Automobilística teve boas palestras e, em particular, um estudo inédito da Anfavea sobre a evolução do mercado brasileiro nos próximos 20 anos. Em geral, as projeções se limitam a um horizonte de cinco a dez anos.

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Transporte Individual: Contra-Mão, Beco sem Saída, Fim da Linha!


Por Alexandre Costa | Blog: O que você faria se soubesse

Publicada em 03/01/2013

Engarrafamento Há números que correm em paralelo aos recordes do clima e que com estes se entrelaçam. Vão da demanda e do uso de energia, ao consumo de agrotóxicos e fertilizantes; da extinção de espécies e perda de biodiversidade aos acidentes de trânsito; da área perdida de florestas à quantidade de rios represados; enfim, à concentração de CO2 atmosférico e demais gases de efeito estufa. Se forem feitos gráficos dessas variáveis em função do tempo, a marca comum a todas elas é o crescimento acelerado, ou, como é ensinado nos bancos escolares, um crescimento em progressão geométrica ou exponencial.

Matéria relacionada: O Trem como solução para o Estado de São Paulo

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Trens já substituem rodovias nas empresas de logística


ferrovias-tremMesmo com o programa de concessões públicas do setor parado, empresas exportadoras brasileiras que utilizam as rodovias para levar suas mercadorias até os portos estão agora migrando para o modal ferroviário. Antes afastadas dos trilhos pela falta de investimentos nas Ferrovias brasileiras, essas companhias estão buscando parceiros logísticos privados na área para fugir da imprevisibilidade e também buscar redução de custos. Apesar de os trajetos serem mais longos de trem, em alguns casos a opção leva a uma economia de até 20% em relação aos caminhões.

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Paraibanos preferem se deslocar a pé e de bicicleta para viagens curtas e trabalho


Bicicleta

Embora a frota de veículos tenha crescida de forma assustadora na Paraíba, a maioria dos paraibanos ainda prefere se deslocar para trabalho e viagens próximas, a pé e em bicicleta. Somente uma pequena parcela prefere usar o transporte individual motorizado e o transporte coletivo. É o que revela o Relatório 2012 – Sistema de Informações da Mobilidade Urbana da ANTP – julho 2014 da Associação Nacional de Transportes Públicos, realizado com dados de transporte público e tráfego urbano dos municípios brasileiros com população superior a 60 mil habitantes.

Por isso, várias ciclovias já foram realizadas pelos poderes públicos em cidades como Campina Grande e João Pessoa, onde frota de veículos cresceu de forma assustadora nos últimos 10 anos.

A Paraíba acompanha a tendência nacional. A coleta e tratamento dos dados começaram em 2003, e incluem os 438 municípios brasileiros que nesse ano possuíam 60 mil habitantes ou mais. Para efeito de diversas análises ao longo do relatório, os municípios em estudo foram agregados por faixa de população. Na relação de municípios que compõem o sistema de informação da ANTP na Região Nordeste, seis cidades paraibanas foram citadas, sendo elas João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Campina Grande, Patos e Sousa.

Conforme a pesquisa, a população do grupo de municípios com o número de habitantes entre 60 mil e 100 mil, como Bayeux, Patos e Sousa, teve uma mobilidade média de 1,06 viagem por habitante por dia, onde 0,56 foram realizadas em Transporte Não Motorizado (TNM) – a pé e em bicicleta. A quantidade de viagens feitas em Transporte Individual (TI) – automóvel e motocicleta, e em Transporte Coletivo (TC) – ônibus, trens e metrô foi a mesma, 0,25.

PBAgora