SuperVia conclui reforma das estações Saracuruna e Madureira


Intervenções proporcionam mais conforto nos deslocamentos dos passageiros

21_03_2014 Inicio de operacao do novo trem da Supervia

A SuperVia concluiu mais duas obras de melhorias das estações ferroviárias, que proporcionam mais conforto e acessibilidade aos passageiros em seus deslocamentos. Após quatro meses de intervenções, a estação Saracuruna está pronta para receber os cerca de 8 mil passageiros diários por meio de um novo acesso. A principal alteração foi a unificação do embarque em um espaço mais amplo e nivelado com a rua, facilitando a locomoção de todos, principalmente idosos e pessoas com mobilidade reduzida. A nova área de embarque conta com uma bilheteria de fácil acesso, além da reordenação e do aumento no número total de catracas de dez para 16. A estação também recebeu piso tátil, revitalização da iluminação, ampliação dos banheiros e nova comunicação visual. A praça, localizada em frente ao novo acesso, foi revitalizada e tornou-se um agradável espaço de convivência.

A estação Madureira também passou por obras de reforma e a primeira parte das intervenções já foi concluída. No local, foi feita a ampliação da área de embarque, reordenação e modernização da bilheteria, aumento no número de catracas de seis para 15, alargamento dos degraus da escada da plataforma 3, instalação de cobertura completa nas plataformas, ampliação dos banheiros, nova iluminação e comunicação visual. Até o fim do ano, a segunda parte das melhorias será concluída e a estação também contará com três elevadores e uma escada rolante. As mudanças já estão proporcionando mais conforto aos cerca de 42 mil passageiros que embarcam na estação todos os dias.

“Seguimos com o compromisso de revitalizar todo o sistema ferroviário para oferecer um serviço cada vez melhor aos nossos passageiros. Estamos realizando o maior processo de mudança já visto na história da ferrovia nos últimos 40 anos e a transformação inclui obras nas estações, alterações no planejamento operacional, renovação da frota, entre outras melhorias”, ressalta o presidente da SuperVia, Carlos José Cunha.

O programa de INVESTIMENTOS que está em curso no sistema ferroviário do Rio de Janeiro, resultado de uma parceria entre a SuperVia e o Governo do Estado, contempla a reforma de todas as estações. Fruto do investimento de R$ 376 milhões por parte da concessionária, até 2020 todas as estações receberão obras de modernização para oferecer instalações mais acessíveis e confortáveis. Recentemente, 14 estações já passaram por reformas e, atualmente, as intervenções se concentram nas estações São Cristóvão, Deodoro e Engenho de Dentro. As melhorias incluem a adaptação de bilheterias, instalação de elevadores, escadas rolantes, piso tátil, banheiros adaptados e rampas de acesso. Além dos padrões de acessibilidade adotados, a reforma também prevê a construção de cobertura nas passarelas e plataformas, recuperação dos pisos, nova comunicação visual e iluminação.

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SuperVia recebe 4 novos trens


Renato Lobo | Via Trolebus

SuperviaO sistema de trens urbanos do Rio de Janeiro, operado pela empresa SuperVia, recebeu 4 novos trens nesta semana. As composições desembarcaram no porto do Rio de Janeiro. Os trens possuem quatro vagões cada e têm capacidade para transportar 1.200 passageiros cada.

Eles vão acrescentar 48 mil lugares à oferta diária, e devem passar por testes antes que integrarem a frota da SuperVia. “Seguimos avançando com a modernização da frota da SuperVia. Nosso objetivo é oferecer mais comodidade e rapidez no serviço aos 620 mil passageiros que utilizam os trens diariamente. Esse trabalho faz parte do nosso esforço de recuperação e valorização do sistema ferroviário do Rio de Janeiro”, disse o secretário de Transportes, Carlos Roberto Osorio.

Possuem ainda ar-condicionado, passagem interna entre os carros, sistema que impede a abertura de portas durante as viagens, circuito interno de segurança, bagageiros, interiores mais amplos e iluminados, além de painéis de LED.

A ação é parte da renovação da frota iniciada em 2012. Toda a frota deve ser renovada até o final de 2015.

Simulador de operações ferroviárias é inaugurado no Rio


Aparelho vai ser usado na formação e reciclagem dos condutores de trem.
Centro de treinamento da Supervia custou R$ 17 milhões.

simulador

Por Daniel Silveira | Do G1 Rio

Foi inaugurado na tarde desta terça-feira (23) na Central do Brasil, no Centro do Rio, o Centro de Treinamento Operacional (CTO). No local foi instalado um simulador de operação ferroviária em modelo de cabine para treinamento dos condutores de trem.

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Preso conduzindo trem da SuperVia, rapaz não quer ser criticado por ‘hobby’


Em seu canal de vídeos, Thomas Wellington dos Santos se intitula: ‘O menino que anda sobre os trilhos do Brasil’

Supervia #noticiaferroviaria

Rio – Thomas Wellington dos Santos, de 26 anos, o rapaz que em fevereiro deste ano conduziu indevidamente uma composição da SuperVia na oficina de trens, em Deodoro, mostrou estar arrependido de seu ato. Através de uma postagem numa rede social na madrugada desta sexta-feira, ele pede que não seja criticado por um “hobby de 17 anos”, mas reconhece que terá que “pagar pelo erro”.

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SuperVia realiza simulado de acidente em passagem em nível


supervia #noticiaferroviariaA SuperVia, em parceria com a Prefeitura de São João de Meriti (RJ), realizou um simulado de acidente envolvendo um trem e um ônibus na passagem em nível próxima à estação Pavuna/São João de Meriti, no ramal Belford Roxo. A ação é parte da Campanha de Segurança nas Passagens em Nível, realizada pela concessionária desde 2012, com o objetivo alertar e conscientizar motoristas e pedestres sobre as normas de circulação em locais cortados pela linha férrea. A ocasião também marcou o treinamento de mais de 400 funcionários de órgãos como Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e agentes de trânsito da Guarda Municipal de São João de Meriti responsáveis por prestar o atendimento adequado nesse tipo de situação. O simulado teve duração de uma hora e meia e contou ainda com a participação de 40 voluntários.

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Estações de trem viram pontos de venda e consumo de drogas no Rio


drogasPassageiros denunciam falta de segurança. Em uma dessas estações, traficantes expulsaram funcionários da empresa responsável pelos trens.

G1 – Bom Dia Brasil

As plataformas de 13 estações de trens do Rio de Janeiro se transformaram em pontos de venda e consumo de drogas. Os passageiros denunciam que há muita falta de segurança.
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SuperVia tem recorde de multas e queixas entre os transportes de massa


Rio – Por trás de um sistema ferroviário que transporta em média 640 mil passageiros por dia, uma coleção de multas contempla o cenário da SuperVia. Com o total de R$ 6,5 milhões em infrações, a concessionária lidera o ranking de penalidades na Agetransp, a agência reguladora dos transportes estaduais. Foram 34 multas aplicadas, nos últimos 15 anos, contra 13 na CCR Barcas e seis na MetrôRio.

Supervia

As notificações refletem nos trilhos as reclamações dos passageiros, que, no mês passado, deram nota 5,8 para o serviço oferecido pela SuperVia, como revela a penúltima reportagem da série do DIA sobre os trens. Além de ser campeão em quantidade de multas na ouvidoria da Agetransp, o sistema ferroviário lidera no número de queixas dos usuários.

De janeiro a julho deste ano, 506 reclamações foram registradas, a maioria sobre a falta de acessibilidade nas estações, como a ausência de escadas rolantes e elevadores. Nos boletins de ocorrência instaurados pela agência até agora, que tratam de falhas mecânicas, os trens superam a marca dos outros transportes.

Até o dia 6 de agosto, a SuperVia fora notificada 45 vezes. As barcas receberam 11 advertências e o metrô, nove. “O trem é alvo de mais ocorrências pela extensão do transporte e por ter idade mais avançada. A linha férrea também é muito exposta, e os equipamentos ainda são antigos e suscetíveis a avarias”, explica José Luiz Teixeira, gerente da Câmara Técnica de Transportes da Agetransp.

Cada boletim de ocorrência é analisado por uma comissão de conselheiros da agência reguladora. Nas notificações contra os trens, os problemas mais recorrentes são defeitos na parte elétrica e na rede aérea. Já as falhas na sinalização e na via permanente aparecem com menos frequência. “Julgamos se, em cada ocorrência, a SuperVia poderia ter previsto o problema. A multa é calculada em cima da responsabilidade da concessionária em relação a cada avaria”, detalha José Luiz.

Da coleção de mais de 30 multas aplicadas contra a SuperVia, cinco estão na Dívida Ativa do Estado por falta de pagamento. A maior delas, no valor de R$ 1,2 milhão, sobre uma taxa de regulação emitida pela Agetransp, está correndo na Justiça. As outras quatro cobranças, no total de R$ 1,4 milhão, ainda são consideradas amigáveis, devido ao comprometimento de pagamento.

O Procon-RJ também tem registros de dívidas em aberto com a SuperVia. São mais R$ 487 mil em quatro multas — originadas, sobretudo, por problemas de infraestrutura e acessibilidade nas estações — emitidas após a operação de fiscalização Via Crúcis, em 2013.

No primeiro semestre deste ano, a concessionária já alcançou a mesma quantidade de falhas registradas durante todo o ano passado. De janeiro a julho de 2014, 600 ocorrências foram detectadas pela SuperVia. Uma delas ocorreu no início do mês passado, quando uma composição que seguia para Santa Cruz descarrilou 200 metros após sair da Central do Brasil.

“Eu e mais de 500 pessoas tivemos que andar nos trilhos. Enquanto andávamos, os trens continuavam a circular. Foi uma das piores sensações de insegurança que já senti na minha vida”, relembra o administrador Leonardo Campos, de 58 anos, que viajava no trem avariado.

As panes apresentadas pelo sistema ferroviário, no entanto, já foram maiores em 2010, quando a concessionária identificou 1.611 falhas, o recorde nos últimos quatro anos. “A expectativa é de que os problemas sejam reduzidos drasticamente com a modernização dos trens”, opina o gerente da Câmara Técnica de Transportes da Agetransp.

Em pesquisa de satisfação, usuários dão nota 5,8 a trens

Se o sistema ferroviário fosse um teste educacional, a SuperVia passaria raspando com nota 5,8. A média foi alcançada no mês passado, após uma pesquisa de satisfação realizada pela concessionária com os passageiros. Das queixas, a lotação e a falta de pontualidade são recordistas. Já as melhorias citadas pelos usuários são a temperatura interna do trem, por conta do ar-condicionado, e o sistema de aúdio nas estações .

Dos índices de fiscalização realizados mensalmente pela Agetransp, a pontualidade, como criticam os passageiros, deixa a desejar em alguns ramais. Em abril, a linha de Japeri apresentou o pior desempenho do sistema, com 87% de cumprimento do tempo previsto para as viagens. Belford Roxo ficou em segundo lugar, com 89%.

“Já cheguei a esperar mais de 15 minutos em Madureira, na hora do rush, porque as pessoas queriam entrar no trem já lotado”, declara o operário Francisco das Chagas, 53, que há 35 anos viaja de Belford Roxo à Central. “É uma saga diária. Chego na estação às 6h20 e só consigo um lugar sentado lá pelas 7h40”, completa. Os atrasos nas viagens estiveram presentes em 37% do total das partidas em abril. A maioria (66%) representou uma demora de cinco minutos, o que é permitido pela Agetransp. Atrasos acima de 30 minutos, que são passíveis de multa, não tiveram registros neste ano.

Jornal O Dia/RJ